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Brasilia

Brasília | Dia a dia #6 |Encerramento

O dia de encerramento começou cedo. Ainda pela manhã, Thomas Pendzel e Patrick Marest quiseram conhecer de perto o eixo monumental e toda a grandiosidade dos projetos de Oscar Niemeyer, como a Catedral de Brasília e o Museu Nacional.

A tarde começa com a exibição de On n’est pas des marques de vélo, de Jean-Pierre Thorn, sob a dupla pena a que são condenados diversos estrangeiros e imigrantes ilegais que são detidos em território francês. Isso significa que, após cumprirem a sentença judicial, eles são devolvidos para os países de origem, mesmo tendo entrado na França ainda bebês, como o dançarino Bouda.

A história do grupo 507 E, formado no Carandiru pelos rappers Dexter e Afro-X, ganha as telas em seguida e deixa o público vidrado por duas horas e meia. O filme de Luciana Burlamaqui ainda apresenta a atriz Sophia Bisilliat, que trabalhou durante 20 anos na casa de detenção descobrindo e incentivando talentos. Após a sessão, Luciana detalhou como foram as filmagens, os encontros com os rappers e o crescimento do projeto, cujas filmagens levaram sete anos. O próximo passo é preparar o lançamento do documentário no circuito nacional.

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